Ìyá Simplícia de Ògún reivindica, ao presidente Getúlio Vargas, a liberdade de culto para os povos de religiões de matrizes africanas.
Mãe Simplícia, indignada com o sofrimento dos praticantes de religiões de matrizes africanas, tomou para si esta luta. Em 1952, no início de sua gestão na Casa de Òsùmàrè teve conhecimento que o presidente Getúlio Vargas, juntamente com sua comitiva, iria inaugurar o Grande Hotel Caldas do Cipó, no sertão da Bahia. Diante desta informação, articulou-se para realizar a recepção para o Presidente e denunciar as práticas violentas promovidas pela polícia da época contra as religiões de matriz africana.
FOTO: Ìyá Simplícia e Getúlio Vargas

