Jacilene Silva
Sou filha de Oya, Equede de Xangô do Ilê Axé Ibá Lugan
Pedagoga - Mestre em Educação
É como muito orgulho que afirmo, sou de axé. Tenho a sorte de ser uma mulher de orixá e sinto as energias dessas divindades atuando sobre a minha vida. Passei por outras religiões e foi no Axé que me realizei e encontrei a minha paz. A minha confirmação como Equede de Xangô trouxe apenas transformações positivas no meu cotidiano. Ser de candomblé me fez encarar o mundo de outra forma. Sempre através dos olhos da justiça e do compromisso com causas sociais, na luta por uma sociedade democrática, na qual todas as pessoas sejam respeitadas. Nossa religião é revolucionária, respeita as diferenças, a diversidade e preserva a natureza. Posso afirmar, que ser filha de Oya é uma benção, tenho a certeza de que minha mãe Oyá, sempre vai me oferecer força e sabedoria para lutar pela defesa do meu povo. Ser de axé me proporcionou condições de enfrentar a batalha perversa contra a intolerância religiosa e compreender, que são os nossos Orixás, Inquices e Voduns os detentores do grande poder que reina sobre o universo.
Sou de Axé e bato meu peito!
Mojubá!

Comments
Que Olorum Oxalá e nossa mãe Oyá estejam sempre do seu lado nessa caminhada.
E que todos os orixás sejam seu escudo e lhe dê muita força.
Folofé yá!