Com os Orixás ao meu lado é muito mais fácil enfrentar os obstáculos

Maria Erotides Kneip Baranjak

Desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso

Iniciada para Oxalá, filha de santo da Casa de Oxumarê.

Tenho muito orgulho de ser do Axé. Sou filha de Oxalá e iniciada pelo Babalorixá Pecê na multissecular Casa de Oxumarê. Eu me sinto honrada em pertencer a este Orixá, senhor da pureza, proclamador da paz e da bondade. Oxalá me dá forças para superar os obstáculos, enfrentar os problemas.

Eu confesso que tinha uma concepção completamente preconceituosa da religião do candomblé, porque não há conhecia. Sou de família alemã, fui criada em colégio de freiras e professei a religião católica durante toda a minha vida. Estudei teologia durante dois anos e não tinha nenhum contato com esta religião e com os Orixás.

Minha relação com o candomblé se deu através do meu marido, alguns anos antes do meu casamento. Eu passei 5 anos estudando, procurando conhecer o candomblé antes de me iniciar na Casa de Oxumarê, terreiro que elegi por sua história de luta e resistência, sua seriedade, princípios e por guardar, verdadeiramente, o conhecimento de culto aos Orixás.

Depois de minha iniciação eu renasci, sou uma pessoa muito mais feliz.

Comments 

 
#2 Ekedi Mariana d Osum 02-02-2012 10:24
como eu admiro esta mulher! Qdo vi pela primeira vez uma de suas palestras de Direito fiquei completamente tomada pela sua paixão pela profissão, sem ar! Uma mulher honrada, forte, poderosa, com tamanha humildade!!! Qdo estive uma vez em sua casa lá estava ela oferecendo rosas brancas à todas as pessoas q saíam... Vc Maria Erotides é um exemplo à sociedade Mato Grossense, aos preconceituosos e pobres de espíritos, aos lutadores que ousam trilhar o caminho do Asé, aos amantes do Direito! Que sua vida seja sempre abençoada e se hoje a senhora tem o q tem é por q merece!!! Sigam o exemplo... Ekedi Mariana de Osum, descendente da Casa de Osumare com muito orgulho!!!
Citar
 
 
#1 Claudio Pinto 15-01-2012 18:53
Meu nome é claudio Pinto, sou do rio de janeiro, tenho 47 anos e sou integrante do Candomblé de Ketu e tambem acho importantíssimo que iniciemos um movimento no sentido de saber, quantos somos, onde estamos, quais são e como funcionam as nações, ao contrário das praticas antigas de ocultarem-se os fundamentos mais primitivos de nossa religião devemos promover a orientação e a preservação dos valores primazes de nossa fé, fala-se em tolerancia mas nao é isso que queremos, tolerar soa quase que como permitir que existamos à margem das chamadas "religioes principais" o que queremos na verdade é respeito, respeito este por parte dos nossos irmãos de fé, dos politicos, dos educadores e de todo aquele que formador de opiniao ou nao, possa contribuir com a destruição da imagem de párias que alguns ignorantes teem de nos, que possamos praticar nossa "religião" com liberdade e respeito, da mesma forma que temos por tradição respeitar nossos mais velhos.axé.Suas bençãos e que meu pai lhes cubra
Citar
 

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar